Arquitetura de transição para IA · Mário Almeida
IA acelera tudo — inclusive o que você não quer acelerar. Antes de investir, saiba onde você está.
MIT Center for Collective Intelligence (Malone et al.), "Where can AI be used?", arXiv:2603.20619v1, março 2026
A maioria das oportunidades está onde ninguém olhou.
Diagnóstico
Releia: 84% adotaram. 61% não viram resultado. 6% capturam valor real. A diferença não é a tecnologia — é como a empresa se preparou para usá-la.
As empresas estão comprando IA como compraram ERP nos anos 2000: plugando tecnologia nova em uma operação que foi desenhada sem ela. E se surpreendendo quando o resultado é o mesmo — só mais rápido. O fornecedor vende. O integrador implementa. E ninguém na liderança tem fluência suficiente para saber se o investimento está gerando valor ou virando custo disfarçado de inovação.
Se o seu comitê de IA não tem ninguém que já liderou transformação de verdade, você não tem um comitê — tem uma reunião.
1 Amcham Brasil, 2025 — pesquisa sobre adoção de IA em empresas brasileiras
2 McKinsey & Company, "The State of AI", 2025 — pesquisa global com empresas que reportam impacto de IA em EBIT
3 SAP / Oxford Economics, "Value of AI", 2025 — 1.600 executivos em 8 países incl. 200 brasileiros
4 MIT Center for Collective Intelligence (Malone et al.), "Where can AI be used?", arXiv:2603.20619v1, março 2026
O gap
Empresas globais têm advisory dedicado para navegar IA: alguém que lê a operação, identifica onde IA gera valor real, e acompanha a execução. Alguém que não vende tecnologia e não tem interesse em que você compre mais — tem interesse em que você decida bem.
E a sua empresa? Quando precisa decidir se investe R$2M em automação, se redesenha um processo, se cria uma governança de IA — quem senta do seu lado?
O fornecedor que quer o contrato? O integrador que cobra por hora? O influencer que leu um artigo?
Você precisa de um arquiteto, não de mais um vendedor.
Quem senta do seu lado

Empreendedor com exit, C-Level em empresas como TOTVS, Grupo SEB e XP Investimentos, co-fundador da ABStartups. Mais de 20 anos transitando entre fundar, escalar e liderar tecnologia e estratégia. Já esteve dos dois lados da mesa. Hoje está do seu.
Não vende tecnologia. Não entrega relatório. Não faz palestra motivacional sobre o futuro.
Daatium é advisory com skin in the game — o arquiteto da transição para IA para quem não tem Gartner no speed dial.
IA é energia elétrica, não feature. Ou você redesenha como sua empresa decide, opera e lidera — ou cada real investido em IA é custo com nome bonito.
Como funciona
O Mário desenha a transição e prepara quem vai executá-la.
Uma semana na sua empresa. O Mário lê a operação, identifica onde IA gera valor real, e entrega um retrato claro: onde você está, o que fazer, em que ordem. No quinto dia, o CEO vê resultado — não slide.
Para a empresa que precisa de clareza antes de investir.
Depois do Sprint, quem quer continuar. O Mário como executive partner com cadência: sparring mensal com o CEO, presença em comitê de IA, acompanhamento da execução do roteiro de 90 dias. Poucos clientes simultâneos. Retainer mensal.
Para o CEO que quer alguém de confiança acompanhando a transição de perto.
Preparar a organização para operar com IA. Três formatos: fluência em IA para diretores e gerentes, IA aplicada para equipes operacionais, e AI Readiness para boards e conselhos. In-company, com casos reais do negócio.
Para a empresa que entendeu que IA sem gente preparada é custo, não investimento.
Quem já trabalhou com o Mário
“A contribuição do Mário foi de altíssimo valor, não só para a execução do roadmap digital, mas também para o amadurecimento da empresa em termos de cultura e inovação. Importante destacar as boas conexões que fizemos durante a consultoria, com sua forte rede de relacionamento no ecossistema digital.”
“O Mário conseguiu trazer uma grande visibilidade ao tema da Transformação Digital para a Companhia. Construiu uma estratégia e liderou um roadmap que é a referência de jornada essencial para a nossa Cia.”
“O trabalho do Mário foi fundamental para termos uma leitura fina sobre as principais necessidades, as principais mudanças e o roadmap estratégico de ações que devemos executar para nos transformar digitalmente de forma prática e orientada a resultados.”
Empresas que já trabalharam com o Mário


















Sem pitch, sem formulário, sem follow-up automatizado. O Mário escuta, pergunta, e diz se faz sentido. Se fizer, o próximo passo é o Sprint.
Conversar com o Mário